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Argentina 0 Brasil 3 (Distintos diarios)

Info•Fecha desconocida
Y lamentblemente como perdimos me dio mucha lastima porque veniamos jugando de una manera muy superior pero.. pero.. que nos paso nos achicamos nos pusimos nerviosos ¿? Que nos paso eso¿? No encuentro las respuestas
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RIO -

A primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Pan-Americanos do Rio chegou carregada de emoção, lágrimas e palavras de desabafo. Diogo Silva transformou o Palvihão 4A do Riocentro em um alçapão, levou a torcida à loucura e derrotou o peruano Peter Lopez na final da categoria até 68 kg do taekwondo (Veja fotos da conquista de Diogo).

O lutador nascido em são Sebastião, interior paulista, e criado em bairros humildes de Campinas, não segurou as lágrimas na hora do hino nacional, cantado a plenos pulmões pelo público. ( Diogo fala sobre a import"ncia da vitória. Ouça )

- Naquele momento passou pela minha cabeça o que eu via de outros atletas em Jogos Pan-Americanos e Olímpicos. Eu ficava pensando quando seria minha vez. Senti que era a vez de tocar o hino nacional e eu estar lá em cima emocionado. Não deu para conter as lágrimas - disse o atleta, de 25 anos, medalha de bronze em Santo Domingo-2003 e semifinalista dos Jogos Olímpicos de Atenas-2004.

“ Eu ficava pensando quando seria a minha vez. Não deu para conter as lágrimas ”

- Foi uma conquista pessoal e profissional muito grande. Venho batalhando durante muitos campeonatos internacionais e venho sempre batendo na trave. Às vezes eu pensava porque estava chegando nas semifinais e não conseguia passar. Isso foi me causando uma ansiedade muito grande.

Diogo é uma das provas vivas do surrado ditado que diz que "o brasileiro não desiste nunca". A prova de que, com apoio e oportunidade, novos atletas podem surgir nos mais variados cantos de um país com dimensões continentais. Criado nos bairros de Jardim Roseira e Padre Manuel Nóbrega, ele se afastou do caminho do crime, seguido por alguns amigos, se dedicou ao esporte e, em um domingo ensolarado, inscreveu seu nome como o primeiro medalhista brasileiro de ouro no Pan do Rio. ( Ouça Diogo falando sobre a import"ncia do esporte para os jovens )

- No bairro onde morei durantes muitos anos, nosso maior exemplo era quem segurava uma arma. Era a pessoa que tinha poder e dinheiro. Muitos dos meus amigos continuaram neste caminho. No meu bairro ou para as pessoas que estão me vendo hoje, eu sou um ponto de referência. Hoje o Brasil necessita muito de pontos de referência, principalmente de pessoas que saíram de baixo. Muitas das pessoas que estão no crime tentaram alguma coisa diferente e não conseguiram. Quando eu era criança, minha mãe trabalhou muito para me dar uma opção, que era o taekwondo. Mas muitas vezes eu queria fazer outro esporte, como basquete ou natação, e não podia porque não existiam escolhinhas gratuitas. Ou pagava, ou brincava sozinho na rua. Tem muita gente precisando de oportunidade.

“ No bairro onde morei durante muitos anos, nosso maior exemplo era quem segurava uma arma ”

A vitória nunca vem sem sacrifício para o atleta e para aqueles que o cercam. Com Diogo não foi diferente, e no começo do ano ele precisou tomar uma decisão difícil para apostar na carreira, investindo cinco mil reais do próprio bolso para treinar e competir na Europa. ( Diogo fala sobre os sacrifícios que fez para treinar )

- Eu estava economizando dinheiro para comprar um carro para minha mãe. Ela trabalha como manicure indo nas casas dos clientes e às vezes ela pega de duas a três conduções por dia. No momento que tive que tirar desse dinheiro para poder me patrocinar, eu pensei muito. Esse presente infelizmente não pode ser dado nesse momento, mas o investimento feito em mim seria importante. Eu acreditava que deveria fazer o possível e o impossível para conseguir a medalha de ouro. Deu certo. Muitas vezes você tem que abrir mão de alguma coisa para que no futuro ela venha em dobro. Se não pude dar o presente naquele momento, futuramente eu vou poder dar - explicou Diogo, que recebe 600 reais mensais da Confederação Brasileira de Taekwondo, pagamento que, segundo ele, atrasa a cada três meses.

Sacrifício feito fora do tablado, sacrifício feito também dentro do tablado. Nas semifinais, contra o dominicano Yacomo Garcia, Diogo levou um golpe que atingiu suas costelas. O brasileiro precisou ser atendido, mas não deixou a dor lhe atrapalhar no restante da luta e nem na final.

- Mesmo se eu tivesse fraturado uma costela ou não, eu continuaria competindo. Eu estava lutando pelo nosso povo, pelo nosso país. Seria muito injusto eu fraquejar nesse momento tão importante - disse Diogo, que sofreu uma fratura na mão direita em abril que ainda não foi totalmente cicatrizada.

Diogo não fraquejou. Seguiu em frente, teve seu nome gritado de pé pela torcida e com muito esforço - e oportunidade - mostrou que o brasileiro não só não desiste, como às vezes também triunfa resoluto sobre todas as dificuldades.

Fuente
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Jugó mal y cayó por un clarísimo 3-0 en Maracaibo, por la final de la Copa América de Venezuela. Baptista aprovechó las flaquezas defensivas del equipo de Basile y abrió el marcador en el arranque. Aumentó Ayala, en contra. Y en el segundo tiempo lo liquidó Alves, en un contraataque perfecto. Como en 2004, en Perú, Argentina no pudo con los pentacampeones mundiales y se quedó con las manos vacías.


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Julio Baptista, Roberto Ayala -en contra-, y Daniel Alves le dieron los tantos al conjunto de Dunga, que se impuso en la final por 3 a 0 y se llevó, con mejor nivel que el de los argentinos, el torneo disputado en Venezuela. Aplausos para el equipo de Basile en la premiación

Brasil se impuso 3 a 0 y fue superior al conjunto de Alfio Basile, lo que valió la buena noticia de festejar otro título en la Copa América, esta vez con el aliciente de que se impuso en el clásico sudamericano con total justicia.

A medida que pasan los minutos del segundo tiempo, y con un Brasil por demás tranquilo, se diluyen las ilusiones de que el conjunto argentino alcance la igualdad o, al menos, consiga un gol para descontar y dar rienda suelta a las ilusiones de conseguir la Copa América.

Brasil se impone 3 a 0 y fue, en lo que va del partido, levemente superior al conjunto de Alfio Basile, que con el correr de los minutos no pudo generar ni por asomo los mismos peligros en ataque que mostró durante el torneo.

Julio Baptista acalló la previa confianza argentina a los 4 minutos de iniciada la final de la Copa América, en Maracaibo, con un gol en el que contó con la ayuda de Roberto Abbondanzieri, y Roberto Ayala, a los 39 del primer tiempo, marcó el 2 a 0 en favor del conjunto de Dunga.

En la segunda etapa, Daniel Alves aprovechó a los 23 minutos un contraataque y ante la duda de Abbondanzieri puso el tercero y acalló prácticamente las pocas esperanzas que le quedaban a Argentina.

El conjunto de Basile tuvo, entre los dos goles brasileños, algunas chances de anotar, como cuando un disparo de Riquelme se estrelló en el palo.

Pero lo raro es que durante los primeros 45 minutos, el equipo de Basile fue una sombra del conjunto que mostró un gran nivel a lo largo de todo el torneo.

En líneas general, Brasil fue más: apostó al contraataque y a la tranquilidad y se acercó más al arco de Abbondanzieri, quien hoy no tiene una buena tarde.

Un poco de historia
La última victoria relevante tuvo lugar en Ecuador, en 1993, cuando de la mano de Alfio Basile y con Gabriel Batistuta como figura estelar, el representativo nacional se llevó, precisamente, el certamen continental que ya había logrado en 1991 de la mano del mismo conductor en Chile.

Esta vez, el conjunto del "Coco" llega a este compromiso como el principal favorito, una posición que se ganó antes del inicio del torneo por haber traído hasta aquí a todas sus estrellas y fue ratificando a lo largo del torneo, mostrando el fútbol más vistoso, más allá de no haber podido mantener una regularidad a lo largo de los 90 minutos que dura cada partido. Hasta ahora el representativo nacional es el único invicto.

Ha ganado los cinco partidos que disputó, marcando 16 goles (más de tres en promedio por cotejo) y recibiendo tan sólo 3. Tiene la delantera más goleadora y la valla menos vencida, que no ha recibido tantos en contra en los últimos tres partidos.

Además cuenta con tres de las cinco figuras principales del torneo: Lionel Messi, quien seguramente será elegido como el mejor jugador del certamen si es que Argentina gana esta final, Juan Román Riquelme y Javier Mascherano. Las otras dos estrellas del torneo continental son el brasileño Robinho y el mexicano Neri Castillo.

Síntesis
Argentina: Roberto Abbondanzieri; Javier Zanetti, Roberto Ayala, Gabriel Milito, Gabriel Heinze; Juan Sebastián Verón, Javier Mascherano, Esteban Cambiasso; Juan Román Riquelme; Lionel Messi y Carlos Tevez. Director técnico: Alfio Basile.

Brasil: Doni; Maicon, Juan, Alex Costa, Gilberto; Mineiro, Josué, Elano; Julio Baptista; Robinho y Vagner Love. Director técnico: Dunga.

Goles: en el primer tiempo, a los 3 minutos, Julio Baptista (B) y, a los 39, Ayala (A), en contra. En el segundo tiempo, a los 23 minutos, Daniel Alves (B). Cambios: en el primer tiempo, a los 33 minutos, Daniel Alves (B) por Elano. En el segundo tiempo, a los 13 minutos, Pablo Aimar (A) por Cambiasso; a los 21, Luis González (A) por Verón; Estadio José Encarnación Pachencho Romero. Arbitro: Carlos Amarilla (Paraguay).


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Una impecable defensa y con goles de Julio Baptista, Dani Alves y un autogol de Roberto Ayala, le dieron a Brasil la victoria 3-0 sobre Argentina para proclamarse campeón de la Copa América de fútbol 2007.

La selección brasileña de fútbol se proclamó este domingo campeón de la Copa América de Fútbol al derrotar 3-0 a Argentina, durante un partido disputado en el estadio Pachencho Romero de la ciudad venezolana de Maracaibo (occidente)

Miles de seguidores de la oncena brasileña celebran el título logrado por el equipo dirigido por Dunga, selección que acabó con todos los pronósticos que presentaban a Argentina como favorito para el encuentro al contar en la cancha con sus mejores figuras como Messi, Riquelme y Tévez entre otros.

Brasil abrió el marcador en el minuto cuatro gracias a un duro remate de Julio Baptista sobre el costado izquierdo de la arquería que colocó el marcador 1-0.

La segunda diana para Brasil llegó en los pies del argentino Ayala en una jugada de autogol en el minuto 40 del primer tiempo para el 2-0.

Ayala intentó despejar un centro enviado por el amazónico Daniel Alves pero al meter la pierna para rechazar la pelota envió un disparo a su propia arquería que amplió la ventaja para Brasil.

El tercer gol de Brasil se produjo en el segundo tiempo en los pies de Dani Alves que tras recibir un pase de su compañero Vágner Love, disparó al arco argentino para el 3-0.

Brasil en el minuto 15 atacó en la figura de Maicon que mandó un disparo desde fuera del área que dominó con algunas dificultades el portero Roberto Abbondanzieri.

Durante los primeros 20 minutos Brasil fue el conjunto que estuvo mejor en la cancha, aunque Argentina mostró diversos ataques por los costados que llevaron peligro a la arquería brasileña.

Los dirigidos por Dunga ( Brasil) desplegaron en la primera parte una buena defensa, incluso, no dejaron que Messi y otras figuras de la oncena albiceleste desarrollaran su juego en la cancha del estadio Pachencho Romero de Maracaibo.

Argentina no demostró en los primeros 45 minutos su agresiva ofensiva que lucieron a lo largo de la Copa América factor que incidió para que se fueran al descanso con el 0-2.

En el segundo tiempo Brasil salió a controlar el balón y gracias a la ventaja de 2-0 con la que se fueron al descanso, evitaron arriesgar mucho factor que les generó resultado.

Mientras tanto, Argentina en la segunda parte siguió sin la claridad en los ataques que sumado a la férrea defensa de los brasileños le impidió al menos descontar el marcador.

Alves se encargó de poner el 3-0 en el segundo tiempo en una buena jugada que protagonizó con su compañero Vágner Love.

Pese a que Argentina salió al encuentro como favorito, los jugadores argentinos nunca menospreciaron a Brasil por el hecho que algunas de sus figuras no vistieran la camiseta en la cita continental, incluso esteban Cambiasso dijo antes del encuentro que "para nosotros pensar sólo en la ausencia de Kaká y Ronaldinho es una falta de respeto con los demás jugadores brasileños a los que no eligieron jugando por la calle.(Telesur)

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