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rafalepo

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Primer post: 24 oct 2008Último post: 31 ago 2016
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Clarice Lispector - escritora brasileña
InfoporAnónimo10/24/2008

Registrate y eliminá la publicidad! Este post esta dedicado para aquellas personas que tiene interés por los idiomas, el portugués y al mismo tiempo por la literatura. Es una gran escritora brasileña nacida en Ucrania y chegada al Brasil en 1922, en Maceió. BIOGRAFÍA: http://pt.wikipedia.org/wiki/Clarice_lispector Clarice por Clarice Pedro Karp Vasquez Ao mesmo tempo que ousava desvelar as profundezas de sua alma em seus escritos, Clarice Lispector costumava evitar declarações excessivamente íntimas nas entrevistas que concedia, tendo afirmado mais de uma vez que jamais escreveria uma autobiografia. Contudo, nas crônicas que publicou no Jornal do Brasil entre 1967 e 1973, deixou escapar de tempos em tempos confissões que, devidamente pinçadas, permitem compor um auto-retrato bastante acurado, ainda que parcial. Isto porque Clarice por inteiro só os verdadeiramente íntimos conheceram e, ainda assim, com detalhes ciosamente protegidos por zonas de sombra. A verdade é que a escritora, que reconhecia com espanto ser um mistério para si mesma, continuará sendo um mistério para seus admiradores, ainda que os textos confessionais aqui coligidos possibilitem reveladores vislumbres de sua densa personalidade. A descoberta do amor “[...] Quando criança, e depois adolescente, fui precoce em muitas coisas. Em sentir um ambiente, por exemplo, em apreender a atmosfera íntima de uma pessoa. Por outro lado, longe de precoce, estava em incrível atraso em relação a outras coisas importantes. Continuo, aliás, atrasada em muitos terrenos. Nada posso fazer: parece que há em mim um lado infantil que não cresce jamais. Até mais que treze anos, por exemplo, eu estava em atraso quanto ao que os americanos chamam de fatos da vida. Essa expressão se refere à relação profunda de amor entre um homem e uma mulher, da qual nascem os filhos. [...] Depois, com o decorrer de mais tempo, em vez de me sentir escandalizada pelo modo como uma mulher e um homem se unem, passei a achar esse modo de uma grande perfeição. E também de grande delicadeza. Já então eu me transformara numa mocinha alta, pensativa, rebelde, tudo misturado a bastante selvageria e muita timidez. Antes de me reconciliar com o processo da vida, no entanto, sofri muito, o que poderia ter sido evitado se um adulto responsável se tivesse encarregado de me contar como era o amor. [...] Porque o mais surpreendente é que, mesmo depois de saber de tudo, o mistério continuou intacto. Embora eu saiba que de uma planta brota uma flor, continuo surpreendida com os caminhos secretos da natureza. E se continuo até hoje com pudor não é porque ache vergonhoso, é por pudor apenas feminino. Pois juro que a vida é bonita.” Temperamento impulsivo “Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade. Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.” Lúcida em excesso “Estou sentindo uma clareza tão grande que me anula como pessoa atual e comum: é uma lucidez vazia, como explicar? assim como um cálculo matemático perfeito do qual, no entanto, não se precise. Estou por assim dizer vendo claramente o vazio. E nem entendo aquilo que entendo: pois estou infinitamente maior do que eu mesma, e não me alcanço. Além do quê: que faço dessa lucidez? Sei também que esta minha lucidez pode-se tornar o inferno humano — já me aconteceu antes. Pois sei que — em termos de nossa diária e permanente acomodação resignada à irrealidade — essa clareza de realidade é um risco. Apagai, pois, minha flama, Deus, porque ela não me serve para viver os dias. Ajudai-me a de novo consistir dos modos possíveis. Eu consisto, eu consisto, amém.”. Ideal de vida “Um nome para o que eu sou, importa muito pouco. Importa o que eu gostaria de ser. O que eu gostaria de ser era uma lutadora. Quero dizer, uma pessoa que luta pelo bem dos outros. Isso desde pequena eu quis. Por que foi o destino me levando a escrever o que já escrevi, em vez de também desenvolver em mim a qualidade de lutadora que eu tinha? Em pequena, minha família por brincadeira chamava-me de ‘a protetora dos animais’. Porque bastava acusarem uma pessoa para eu imediatamente defendê-la. [...] No entanto, o que terminei sendo, e tão cedo? Terminei sendo uma pessoa que procura o que profundamente se sente e usa a palavra que o exprima. É pouco, é muito pouco.” Escritora, sim; intelectual, não “Outra coisa que não parece ser entendida pelos outros é quando me chamam de intelectual e eu digo que não sou. De novo, não se trata de modéstia e sim de uma realidade que nem de longe me fere. Ser intelectual é usar sobretudo a inteligência, o que eu não faço: uso é a intuição, o instinto. Ser intelectual é também ter cultura, e eu sou tão má leitora que agora já sem pudor, digo que não tenho mesmo cultura. Nem sequer li as obras importantes da humanidade. [...] Literata também não sou porque não tornei o fato de escrever livros ‘uma profissão’, nem uma ‘carreira’. Escrevi-os só quando espontaneamente me vieram, e só quando eu realmente quis. Sou uma amadora? O que sou então? Sou uma pessoa que tem um coração que por vezes percebe, sou uma pessoa que pretendeu pôr em palavras um mundo ininteligível e um mundo impalpável. Sobretudo uma pessoa cujo coração bate de alegria levíssima quando consegue em uma frase dizer alguma coisa sobre a vida humana ou animal.” A síntese perfeita “Sou tão misteriosa que não me entendo.” A certeza do divino “Através de meus graves erros — que um dia eu talvez os possa mencionar sem me vangloriar deles — é que cheguei a poder amar. Até esta glorificação: eu amo o Nada. A consciência de minha permanente queda me leva ao amor do Nada. E desta queda é que começo a fazer minha vida. Com pedras ruins levanto o horror, e com horror eu amo. Não sei o que fazer de mim, já nascida, senão isto: Tu, Deus, que eu amo como quem cai no nada.” Viver e escrever “Quando comecei a escrever, que desejava eu atingir? Queria escrever alguma coisa que fosse tranqüila e sem modas, alguma coisa como a lembrança de um alto monumento que parece mais alto porque é lembrança. Mas queria, de passagem, ter realmente tocado no monumento. Sinceramente não sei o que simbolizava para mim a palavra monumento. E terminei escrevendo coisas inteiramente diferentes.” “Não sei mais escrever, perdi o jeito. Mas já vi muita coisa no mundo. Uma delas, e não das menos dolorosas, é ter visto bocas se abrirem para dizer ou talvez apenas balbuciar, e simplesmente não conseguirem. Então eu quereria às vezes dizer o que elas não puderam falar. Não sei mais escrever, porém o fato literário tornou-se aos poucos tão desimportante para mim que não saber escrever talvez seja exatamente o que me salvará da literatura. O que é que se tornou importante para mim? No entanto, o que quer que seja, é através da literatura que poderá talvez se manifestar.” “Até hoje eu por assim dizer não sabia que se pode não escrever. Gradualmente, gradualmente até que de repente a descoberta tímida: quem sabe, também eu já poderia não escrever. Como é infinitamente mais ambicioso. É quase inalcançável”. A import"ncia da maternidade “Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou minha vida. Nasci para amar os outros, nasci para escrever, e nasci para criar meus filhos. O ‘amar os outros’ é tão vasto que inclui até perdão para mim mesma, com o que sobra. As três coisas são tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge. Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida. Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca [...].” Viver plenamente “Eu disse a uma amiga: — A vida sempre superexigiu de mim. Ela disse: — Mas lembre-se de que você também superexige da vida. Sim.” Um vislumbre do fim “Uma vez eu irei. Uma vez irei sozinha, sem minha alma dessa vez. O espírito, eu o terei entregue à família e aos amigos com recomendações. Não será difícil cuidar dele, exige pouco, às vezes se alimenta com jornais mesmo. Não será difícil levá-lo ao cinema, quando se vai. Minha alma eu a deixarei, qualquer animal a abrigará: serão férias em outra paisagem, olhando através de qualquer janela dita da alma, qualquer janela de olhos de gato ou de cão. De tigre, eu preferiria. Meu corpo, esse serei obrigada a levar. Mas dir-lhe-ei antes: vem comigo, como única valise, segue-me como um cão. E irei à frente, sozinha, finalmente cega para os erros do mundo, até que talvez encontre no ar algum bólide que me rebente. Não é a violência que eu procuro, mas uma força ainda não classificada mas que nem por isso deixará de existir no mínimo silêncio que se locomove. Nesse instante há muito que o sangue já terá desaparecido. Não sei como explicar que, sem alma, sem espírito, e um corpo morto — serei ainda eu, horrivelmente esperta. Mas dois e dois são quatro e isso é o contrário de uma solução, é beco sem saída, puro problema enrodilhado em si. Para voltar de ‘dois e dois são quatro’ é preciso voltar, fingir saudade, encontrar o espírito entregue aos amigos, e dizer: como você engordou! Satisfeita até o gargalo pelos seres que mais amo. Estou morrendo meu espírito, sinto isso, sinto...” Fuente: http://www.claricelispector.com.br/autobiografia.aspx <a href='http://b.t.net.ar/www/delivery/ck.php?n=a2afc290&amp;cb=INSERT_RANDOM_NUMBER_HERE' target='_blank'><img src='http://b.t.net.ar/www/delivery/avw.php?zoneid=58&amp;cb=INSERT_RANDOM_NUMBER_HERE&amp;n=a2afc290' border='0' alt='' /></a>

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6 teorías contemporáneas de la traducción
6 teorías contemporáneas de la traducción
Apuntes Y MonografiasporAnónimo8/31/2016

Antes de exponer las teorías contemporáneas de la traducción expuesta por MATHIEU introdujaré el concepto de traduccción por la RAE: . traducción: Del lat. traductio, -ōnis 'acción de pasar de un punto a otro', 'traslado'.[/i ]1. f. Acción y efecto de traducir. 2. f. Obra del traductor. 3. f. Interpretación que se da a un texto. 4. f. Biol. Etapa de la expresión genética en la que se sintetiza una proteína a partir de la información contenida en el ARN mensajero mediante el código genético. 5. f. Ret. Empleo, dentro de la cláusula, de un mismo adjetivo o nombre en distintos géneros, números o casos, o de un mismo verbo en distintos modos, tiempos o personas. traducción directa 1. f. traducción que se hace de un idioma extranjero al idioma del traductor. traducción inversa 1. f. traducción que se hace del idioma del traductor a un idioma extranjero. traducción libre 1. f. traducción que, siguiendo el sentido del texto, se aparta del original en la elección de la expresión. traducción literal 1. f. traducción que sigue palabra por palabra el texto original. traducción literaria 1. f. traducción libre. traducción simultánea 1. f. traducción que se hace oralmente al mismo tiempo que se está pronunciando un discurso, una conferencia, etc. Hoy, seremos un poco teóricos… Porque el blog de una agencia de traducción también debe incursionar en los terrenos áridos de las teorías de traducción, ¿verdad? Las teorías contemporáneas de la traducción pueden dividirse en seis perspectivas principales: el enfoque sociolingüístico, el enfoque comunicativo, el enfoque hermenéutico, el enfoque lingüístico, el enfoque literario y el enfoque semiótico. ¿Preparados? Allá vamos… 1. EL ENFOQUE SOCIOLINGÜÍSTICO El enfoque sociolingüístico de la traducción explica que el contexto social define lo que es traducible y lo que no lo es, lo que es o no es aceptable (a través de mecanismos de selección, de filtros o también de censura). Según esta perspectiva, el traductor es inevitablemente el producto de una sociedad: traducimos siempre a partir de conocimientos socioculturales propios. Podemos asociar este enfoque con lo que se denomina la escuela de Tel Aviv (referirse a Annie Brisset, Even Zohar, Guideon Toury). GIF 2. EL ENFOQUE COMUNICATIVO Es la perspectiva llamada interpretativa. Investigadores tales como D. Seleskovitch y M. Lederer instituyeron lo que se llamó la “ teoría del sentido”, basada principalmente en experiencias de interpretación de conferencias. Esta perspectiva afirma que el sentido debe ser traducido y no la lengua. La lengua no es más que un vehículo para el mensaje e incluso podría ser un obstáculo para la comprensión. Esto explica por qué siempre es más conveniente desverbalizar (en vez de transcodificar) cuando traducimos. 3. EL ENFOQUE HERMENÉUTICO El enfoque hermenéutico se basa principalmente en los trabajos de George Steiner, quien considera que toda comunicación humana es una traducción. En su libro Después de Babel explica que la traducción no es una ciencia si no un “arte exacto”: el traductor auténtico debe ser capaz de volverse escritor para poder captar el “querer decir” del autor del texto original. 4. EL ENFOQUE LINGÜÍSTICO Lingüistas como Vinay, Darbelnet, Austin, Vegliante y Mounin cercanos a las perspectivas de la lingüística de los textos, del estructuralismo y del pragmatismo, trabajaron en el proceso de la traducción. Toda traducción (ya sea una traducción de marketing, una traducción médica, una traducción jurídica u otra) debe considerarse, según esta perspectiva, a partir de sus unidades fundamentales que son la palabra, el sintagma y la frase. 5. EL ENFOQUE LITERARIO Según el enfoque literario, la traducción no debe ser considerada como una operación lingüística, sino más bien como una operación literaria. Hay “energía” en la lengua: esta se manifiesta a través de las palabras, que son el producto de las vivencias de una cultura. Esta carga es justamente lo que les da la fuerza y en definitiva, su sentido: esto es lo que el traductor-escritor debe traducir. 6. EL ENFOQUE SEMIÓTICO La semiótica es la ciencia que se ocupa de los signos y de los sistemas de significación. Según esta disciplina, para que haya una significación debe existir la colaboración de tres instancias: un signo, un objeto y un interpretante. De esta manera, desde el punto de vista semiótico, la traducción se piensa en tanto forma de interpretación de textos en los que el contenido enciclopédico es diferente y el contexto sociocultural es único. fuentes: http://culturesconnection.com/es/6-teorias-contemporaneas-de-la-traduccion/ http://www.traductoresportugues.com

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Inducción al sueño
Salud BienestarporAnónimo10/27/2008

Registrate y eliminá la publicidad! Sutiles sonidos de una embarcación navegando a la deriva en un mar tranquilo. Muy útil para obtener un estado de relax. http://ia311309.us.archive.org/3/items/BrainwaveLab_Navegando_a_la_Deriva_60min_MagnumNaturalis/BrainwaveLab_Navegando_a_la_Deriva_60min_MagnumNaturalis_64kb.mp3 Fuente: http://brainwavelab.blogspot.com/ <a href='http://b.t.net.ar/www/delivery/ck.php?n=a2afc290&amp;cb=INSERT_RANDOM_NUMBER_HERE' target='_blank'><img src='http://b.t.net.ar/www/delivery/avw.php?zoneid=58&amp;cb=INSERT_RANDOM_NUMBER_HERE&amp;n=a2afc290' border='0' alt='' /></a>

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